Voltar ao MercyAtlas

Linha do tempo · Reino dividido

Ezequias e Senaqueribe

701 a.C.

Documentado

Atestado também fora da Bíblia, por inscrição, documento antigo ou vestígio arqueológico.

Base: Texto bíblico · Inscrição ou documento antigo · Vestígio arqueológico · Interpretação moderna

Jerusalém cercada pela Assíria é livrada depois da oração do rei.

De onde vem cada informação

Texto bíblico

Senaqueribe toma as cidades fortificadas de Judá e Ezequias paga tributo (2 Reis 18:13-16). De Laquis, o rei assírio manda o Rabsaqué a Jerusalém exigir rendição (18:17). Ezequias ora no templo, Isaías anuncia que a cidade não cairá, e o exército assírio vai embora (2 Reis 19).

Inscrição ou documento antigo

Os anais de Senaqueribe contam a mesma campanha do lado assírio: 46 cidades de Judá tomadas, Ezequias fechado em Jerusalém "como um pássaro numa gaiola" e um tributo de ouro e prata. Não dizem que Jerusalém foi tomada.

Oriental Institute, Universidade de Chicago; A. K. Grayson e J. Novotny

Vestígio arqueológico

Em Tel Laquis, as escavações acharam a rampa de cerco assíria, a contrarrampa dos defensores, armas e a camada de destruição de 701 a.C. Os relevos do palácio de Nínive mostram o mesmo cerco.

David Ussishkin (ed.); British Museum

Interpretação moderna

Por que Senaqueribe não tomou Jerusalém é lido de modos diferentes: o texto fala do anjo do Senhor (2 Reis 19:35); Heródoto conta um revés do exército assírio perto do Egito; historiadores discutem doença, revolta em outro lugar ou acordo pelo tributo. A diferença entre os 300 talentos de prata da Bíblia e os 800 dos anais também tem mais de uma explicação.

Heródoto; A. K. Grayson e J. Novotny

Passagens

Pessoas

Lugares

Achados

Época

Fontes